HTML

– Link com cara de button (e vice-versa)
<a href=”javascript” class=”link-as-button”>Eu sou um link, bota fé?</a>
<button type=”submit” class=”button-as-link”>Eu sou um botão.. JURO!</button>
– Button com redirecionamento
<input type=”submit” value=”Go to my link location” onclick=”window.location=’/my/link/location’;” />

– HTML5 (header, nav, footer, address, section, etc)

HTML é novinho (chegou em 2013) e traz uma série de tags extremamente úteis tanto para os desenvolvedores quanto para a semântica da página e os motores de busca (Google, Yahoo (?), Cadê (??), etc).

Alguns exemplos de tags HTML5 úteis:

<header> Define um cabeçalho para o documento ou uma seção
<nav> Define links de navegação no documento
<footer> Define o rodapé do documento ou seção
<address> Normalmente utilizado no rodapé para identificar o endereço e dados de contato
<section> Define uma seção no documento
<main> Define o conteúdo principal de um documento

– Vários h1`s ou h2`s na mesma tela

Ainda que muitos princípios e altorimos dos buscadores tenham mudado para o rankeamento das páginas, uma boa semântica e o bom uso das tags (incluindo a de marcação de títulos) continua indispensável e muito importante!

Indo do 1 ao 6, as tags halgumnúmero servem para indicar a importância (em ordem) do conteúdo da página.

Um documento com vários h1 ou h2 (ou qualquer outro) faz os mesmos perderem a importância para os buscadores.

– HTML sem css para deficientes visuais

A questão acima influciencia demaaaais a navegação de pessoas com algum tipo de deficiência visual pelo website, pois eles utilizam o teclado (tecla h) para pularem de título em título, do mais relevante para o menos relevante.

Mas não são só os títulos que influenciam nesse caso: imagens e títulos sem title, botões fazendo papel de links e vice-versa, texto extenso sem a tag p, entre outros, dificultam demais a usabilidade.

Um site bem estruturado é um site que, mesmo sem vínculo com qualquer CSS, continua legível. Já fizeram esse teste?

XABLAU – AGORA TUDO FAZ SENTIDO!

CSS

– Estrutura dos atributos CSS

Primeiro posicionamento, depois dimensões, depois ‘decorações’, etc.. – isso se chama ‘alfabetizar as propriedades CSS’ e tem impacto na performance.

Um exemplo de uma classe bem estruturada:

.meu-bloquinho-feliz { /* posicionamento */ position: relative; top: 10px; left: 10px; /* dimensões */ display: block; width: 100px; height: 50px; /* embelezamento */ background: green; color: yellow; /* outros */ border-radius: 10px; box-shadow: 1px 1px 1px black; transition: all 200ms ease-in-out; }

– Padding e margin – quando usar qual?

Deus sabe que você já tentou criar espaço entre elementos usando um padding maroto, ou usou margin na letra dentro de um botão ou caixa pra aumentar o tamanho dessa caixa. Aiaiai!

Back-end-mente falando, é como você salvar um integer num campo do tipo string e depois usar um to_i pra converter. Funciona? Óbvio! É a forma correta? Diz pra mim..

– Tamanho mínimo de alguns elementos (exemplo: globoesporte LIXO e facebook LINDO)

Quando um conteúdo ainda não foi carregado, o ideal é que seu container tenha um mínimo de tamanho definido (min-height já ajuda), evitando aqueles topos que do nada aparecem e jogam a notícia que você ia clicar lá pra baixo, fazendo você clicar numa propaganda de viagra SEM QUERER QUERENDO.

Como devia ser:

Como a gente faz: acesse globoesporte.com no celular

– Não use propriedades do elemento no seu nome, como ‘bigBlueText’ ou ‘redButton’

Assim como no Back-end você nao usa (ou não deveria usar) variáveis com o nome do valor da mesma (como idade_13_anos: 13 anos), no CSS o mesmo princípio se aplica.

Imagina usar uma classe botaoAzulGrande e depois o layout mudar para um botão vermelho pequeno? Que bagunça!

O nome da classe tem que ser parcialmente genérico para ser reutilizado (como .actionButton ou .warning), mas não tão genérico a ponto de não se encaixar em todos os casos (como simplesmente .link ou .botao)

Existem algumas libs e comunidades que utilizam coisas como o código a seguir, porém acho péssimo para o HTML, e caso o layout mude, você terá que sair caçando arquivo por arquivo que utilizava aquela classe:

.red { color: red; } .size-400 { width: 400px; } .strong { font-weight: bold; } .line-2 { line-height: 2px; } .radius-10 { border-radius: 10px } <div class=”red size-400 strong .line-2 radius-10″>Sou uma div com 200 classes =D</div>(acreditem: se levantei esse tópico é porque já vi isso – mais de uma vez)

– Animações leeeeeeeeee………..eeeeeennnntas

Dizem que o padrão de animações pra web é algo entre 150ms e 300ms. Acima disso, fica cansativo e com o tempo, somado, irá tomar muito mais tempo dele do que deveria.

JS

– ES6 veio pra te ajudar

O ES6 trouxe várias melhorias (assim como toda atualização do JS), e uma delas muito útil é o famigerado arrow function.
A questão é: use um ou outro!

var simples = a => a > 15 ? 15 : a;
var complexo = (a) => { if (a > 15) { return a; } else { return 10; } }

Ambos retornarm:

simples(16); // 15 simples(10); // 10

Guia prático do ES6 e seus métodos: clique aqui, brow.

– ESLint – porque é importante? – o mais controverso
Para alguem que vai avaliar seu código, é normal a pessoa focar na funcionalidade as vezes e ignorar o lint do código e variáveis declaradas porém nunca usadas, mas…
– Evita o uso de atributos não necessários (como o catch ou success de uma promessa) – você armazena o retorno na memória e nunca o utiliza.. why?
– Legibilidade: padroniza o código para vários devs, evitando uma bagunça
– Ler o log do ESLint ajuda (e muito) achar erro de sintaxe, ao invés de checar manualmente no painel de inspeção do navegador
– Evita erro de falta (ou excesso) de tabs ou espaços
– Ainda que hoje em dia o código seja compilado dependendo do framework, no caso de não ser, em navegadores mais antigos (como o lindo IE8) uma vírgula a mais (ou a menos) pode impactar no funcionamento do seu lindo código Javascript.

Configurações do ESLint que salva vidas:

Fixing problems: –fix Automatically fix problems –fix-dry-run Automatically fix problems without saving the changes to the file system

BÔNUS

– The trick one: qual a principal diferença entre var e let?

A diferença principal entre o var e o let é que enquanto o primeiro tem escopo de função, o segundo possui escopo de bloco:

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